A Cidade

Quarta, 21 Agosto 2013 20:38

Dados

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Segunda, 22 Julho 2013 17:28

Patrimônio Cultural

Terça, 16 Julho 2013 17:58

Brasão

Terça, 16 Julho 2013 17:57

Bandeira

Bandeira-luminárias

Terça, 16 Julho 2013 17:57

Hino

Letra: Prof. Vicente Mesquita
Música: Prof. Gil José Furtado

Na escultura divina dos montes,
Cinzelados de sulcos suaves,
Entre as jóias da terra mineira
Nas montanhas azuis engastadas,
Tu encantas, serrana altaneira,
Mais que os reinos dos contos de fadas.

LUMINÁRIAS, Ó TERRA QUERIDA,
DENTRE TODAS TU ÉS A PRINCESA,
PEQUENINA, FORMOSA, GARRIDA, DELICADA, GENTIL CAMPONESA.

Reclinada entre verdes pastagens
E fecundas searas luzidas,
Tens o enleio das doces miragens
Dos oásis de várzeas floridas.

Em esplêndido berço deitada,
Tu contemplas o céu sempre azul,
Adormeces, sonhando, afogada
Sob a luz do Cruzeiro do Sul.

Na escultura divina dos montes,
Cinzelados de sulcos suaves,
Brotam gárgulas, límpidas fontes
Surgem bosques, abrigos das aves.

Pelos vales os fios de anil
Murmurando marulhos de amor
Não traçando o famoso perfil
Da paisagem de raro esplendor.

Se teus filhos te fogem dos braços,
Noutras plagas buscando aventura,
Jamais podem romper os teus laços,
Que os envolvem de Amor e Ternura.

Como as aves do bosque encantado
Que, ao morrer, vão- lhe a sombra buscar,
Quando um filho voltar alquebrado,
Em teus braços o deixa expirar.

 

Terça, 16 Julho 2013 17:54

História

A Prefeitura Municipal de Luminárias contratou uma historiadora para documentar o início da formação populacional na região de Luminárias e sua importância no contexto da Estrada Real. Assim, diversos acontecimentos de relevância histórica foram trazidos à luz, entre eles as passagens dos naturalistas Spix e Von Martius por essas terras, mais precisamente na Capela de Santo Antônio, na Fazenda Fazendinha e na Serra da Pedra Branca na divisa de Luminárias com Ingaí. A partir destes estudos, comprovou-se que o início dos pequenos grupos populacionais da região se deram antes de 1750 , como comprovação podemos citar a Fazenda dos Monjolos, situada a 5Km da cidade, que existe até hoje e foi encontrada em citações de documentos de 1750. Os dois austríacos, Spix e Von Martius, chegaram ao Brasil em 1817 para as núpcias da Arquiduquesa da Áustria com o Príncipe D. Pedro e entraram na história luminarense, pois detalharam a passagem que fizeram por estas bandas. Conta-se que Luminárias recebeu essa denominação em virtude de sua proximidade com a Serra das Luminárias, que segundo contam os mais antigos, apareciam pontos luminosos nessa serra, de origem desconhecida até hoje. Alguns dizem que eram pedras preciosas que reluziam na serra, outros que eram as águas que batiam nas pedras e refletiam e tem até mesmo os que supõem que fossem OVNIs. (http://www.serqueira.com.br/mapas/lumin.htm - Mapas Antigos, Histórias Curiosas - Celso Serqueira) O fenômeno era conhecido desde tempos remotos, pois relatos ouvidos de índios que habitavam a região bem antes da chegada dos colonizadores, em meados dos anos 1600, consideravam as luzes como uma manifestação sobrenatural. Nativos, colonizadores, bandeirantes, milhares de tropeiros, fazendeiros e os moradores da cidade - todos testemunharam, no passar dos séculos, as mesmas estranhas luzes brilharem e se movimentarem no alto da serra durante quase toda a noite. À falta de melhor definição para aqueles fortes pontos brilhantes, os primeiros colonos diziam que "pareciam luminárias" e por isto as montanhas ficaram conhecidas como Serra das Luminárias. Quase dois séculos depois, em 1798, o povoado invocou a proteção de Nossa Senhora do Carmo, adotando o nome de Carmo das Luminárias e depois simplesmente Luminárias, como é chamada até hoje.  A cidade de Luminárias provavelmente é o caso mais antigo (séc. 16) de relatos de aparição de OVNIs no Brasil e talvez a única cidade do mundo que deve seu nome a eles. Outra versão que existe para explicar o nome de Luminárias está ligada a festas e comemorações, mas que nao tem a mesma força entre a população, é a de que uma antiga moradora, Dona Maria José do Espírito, costumava realizar muitas festas religiosas e as mesmas eram iluminadas por luminárias feitas de papel, o que atraía a atenção de moradores de toda a região. Conta-se que as luminárias também eram utilizadas para iluminar os caminhos por onde passavam as procissões que aconteciam a noite. A formação do núcleo populacional deu-se a partir da construção de uma pequena capela, conhecida como Igreja Velha, por Dona Maria José do Espírito em 1798, onde celebravam-se ofícios religiosos para sua família e circunvizinhança. Posteriormente, Francisco da Silva Pinto doou uma parte de um terreno próximo a capela para a construção do patrimônio da povoação, originando o que hoje é a cidade de Luminárias. Em 1840, Luminárias foi constituída Distrito de Lavras do Funil, sobre a denominação de Carmo das Luminárias. Em 1846 o Distrito foi suprimido pela Lei. N.º288, entretanto em 31/05/1850, foi restaurado como Distrito de Lavras do Funil, pela Lei N.: 472, §4 do Artigo 20.  Em 03 de julho de 1857, através da Lei N.º:805, foi elevado à categoria de Freguesia, com a denominação de Freguesia de Nossa Senhora do Carmo das Luminárias. Em 31/12/1943, desmembrou-se do Município de Lavras e passou a Distrito de Itumirim, pelo Decreto Lei Estadual Nº.:1.058. Teve sua emancipação política e administrativa através da Lei 336 de 27 de Dezembro de 1948, tendo como Governador o Sr. Milton Soares Campos, que nomeou como Intendente, a quem competia instalar e organizar o município, o Sr. Atanael Moura Maia, no dia 01 de Janeiro de 1949.

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